terça-feira, 31 de dezembro de 2013

RETROSPECTIVA 2013: Vozes dos bisturis e jalecos. A rebelião dos médicos contra o povo.(22 de Julho)


Vozes dos bisturis e jalecos. A rebelião dos médicos contra o povo. O boicote ao ‘Mais Médicos’ não é um ponto fora da curva. Em dezembro de 2006, a coalizão demotucana vingou-se do povo que acabara de rejeita-la nas urnas: derrubou-se a CPMF no Congresso

Por Saul Leblon - Carta Maior

Credite-se à elite brasileira façanhas anteriores dignas de figurar, como figuram, nos rankings da vergonha do nosso tempo.

A seleta inclui a resistência histórica à retificação de uma das piores estruturas de renda do planeta.


Ademais de levantes bélicos (32,62,64 etc) contra qualquer aroma de interferência num patrimônio de poder e riqueza acumulado por conhecidos métodos de apropriação.

O repertório robusto ganha agora um destaque talvez inexcedível em seu simbolismo maculoso.

A rebelião dos médicos contra o povo. 

Sim, os médicos, aos quais o senso comum associa a imagem de um aliado na luta apela vida, lutam hoje nas ruas do Brasil. 

Contra a adesão de profissionais ao programa ‘Mais Médicos', que busca mitigar o atendimento onde ele inexiste. 

A iniciativa federal tem uma dimensão estrutural, outra emergencial. 

A estrutural incorpora as unidades de ensino à política de saúde pública. Prevê um currículo estendido em dois anos de serviços remunerados no SUS. 



Prevê, ademais, investimentos que dotem os alvos emergenciais de estruturas dignas de atendimento. 

A ação transitória requisitará contingentes médicos, cerca de 10 mil inicialmente, para servir em 705 municípios onde o atendimento inexiste.

Ou naqueles aquém da já deficiente média nacional de 1,8 médico por mil habitantes ( na Inglaterra, pós Tatcher, diga-se, é de 2,7 por mil). 

Enquadram-se neste caso outros 1.500 municípios.

O salário oferecido é de R$ 10 mil.

O programa recebeu cerca de 12 mil inscrições. 

Mas o governo teme a fraude.

A sublevação branca incluiria táticas ardilosas: uma corrente de inscrições falsas estaria em operação para inibir o concurso de médicos estrangeiros, sobre os quais os nacionais tem precedência. 

Consumada a barragem, desistências em massa implodiriam o plano do governo no último dia de inscrição.

Desferir o golpe de morte com a manchete do fracasso estrondoso caberia à mídia, com larga experiência no ramo da sabotagem antipopular e antinacional.

A engenharia molecular contra a população pobre constrange o Brasil. 

Cintila no branco da mesquinhez a tradição de uma elite empenhada em se dissociar do que pede solidariedade para existir: nação, democracia, cidadania. 

O boicote ao ‘Mais Médicos’ não é um ponto fora da curva.

Em dezembro de 2006, a coalizão demotucana vingou-se do povo que acabara de rejeita-la nas urnas.

Bancada Tucana de jaleco votou pela derrubada de CPMF
Entre vivas de um júbilo sem pejo, derrubou-se a CPMF no Congresso. 

As ruas não viram a rebelião branca cobrar o investimento em infraestrutura como requisito à boa prática médica, ao contrário de agora.

A CPMF era burlada na sua finalidade?

Sim, é verdade. 

Por que, então, não se ergueu a corporação em defesa do projeto do governo de blindar a arrecadação, carimbando o dinheiro com exclusividade para a saúde?

O cinismo conservador é useiro em evocar a defesa do interesse nacional e social enquanto procede à demolição virulenta de projetos e governos assim engajados. 

Encara-se o privilégio de classe como o perímetro da Nação. Aquela que conta. 

O resto é sertão. 

A boca do sertão, hoje, é tudo o que não pertence ao circuito estritamente privado. 

O sertão social pode começar na esquina, sendo tão agreste ao saguão do elevador, quanto Aragarças o foi para os irmãos Villas Boas, nos anos 40, rumo ao Roncador. 

Sergio Buarque de Holanda anteviu, em 1936, as raízes de um Brasil insulado em elites indiferentes ao destino coletivo. 

O engenho era um Estado paralelo ao mundo colonial.

O fastígio macabro fundou a indiferença da casa-grande aos estalos, gritos e lamentos oriundos da senzala ao lado, metros à vezes, da sala de jantar.

Por que os tataranetos se abalariam com a senzala sucedânea das periferias conflagradas e a dos rincões inaudíveis?

Ninguém desfruta 388 anos de escravidão impunemente.

Os alicerces do engenho ficaram marmorizados no DNA cultural das nossas elites: nenhum compromisso com o mundo exterior, exceto a pilhagem e a predação; usos e abusos para consumo e enriquecimento. 

A qualquer custo.

O Estado nascido nesse desvão tem duas possibilidades aos olhos das elites: servi-la como extensão de seus interesses ou encarnar o estorvo a ser abatido.

A seta do tempo não se quebrou, diz o levante branco contra o 'intervencionismo'. 

O particularismo enxerga exorbitância em tudo o que requisita espírito público.

Mesmo quando está em questão a vida.

Se a organização humanitária ‘Médicos Sem Fronteiras' tentasse atuar no Brasil, em ‘realidades que não podem ser negligenciadas', como evoca o projeto que ganhou o Nobel da Paz, em 1999, possivelmente seria retalhada pela revolta dos bisturis.

Jalecos patrulham as fronteiras do engenho corporativo; dentro não cabem os pobres do Brasil.


RETROSPECTIVA 2013: O Maranhão continua pobre e os Sarneys ficam mais ricos. (30 de Julho)

De acordo com as informações do Atlas do Desenvolvimento Humano divulgado ontem pelo Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), o Pnud ( Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) e a Fundação João Pinheiro, o nosso sofrido Maranhão ganhou a nota de 0,639 em qualidade de vida, só passando apertado pelo estado do Alagoas que tirou 0,631 numa escala de 0 a 1.

Enquanto o Brasil no índice global, em 20 anos passou de 0,493 para a nota 0,727 o Maranhão na mão da oligarquia com 50 anos, fica sempre na ‘rabeira’ em qualidade de vida.

Este índice leva em conta a educação, longevidade e a renda da população.

Pois bem, isso não é mais novidade para a população maranhense que só vê qualidade de vida é na família da oligarquia Sarney.  Enquanto a maioria da população do Maranhão fica pobre a família esbanja qualidade de vida com riqueza e luxo.

Outra situação que não é novidade é que  a oligarquia não quer largar o osso e já se uniram, para vender mais um ‘gato por lebre’ para os pobres maranhenses, Luís Fernando, ex-prefeito de Ribamar e atual chefe da Casa Civil do governo Roseana. Essa constatação o blog postou uma matéria sobre o assunto, reveja aqui.

Podemos divulgar um pouco da riqueza de qualidade de vida do clã Sarney, somente a riqueza que é assumida pela família, fora os empreendimentos que ela possui, porém usam várias figuras do seu grupo como ‘testas de ferro’.

Vamos começar pela Ilha de Curupu do Sarney, além de ser uma ilha particular, possui uma imponente mansão com variados compartimentos, apenas pelo telhado já notamos a grande qualidade de vida, quanto mais dentro da casa, veja que exuberância: 


Veja a casa oficial de muita qualidade do Sarney em Brasília:



Agora veja a casinha de Roseana no terreno de 20.000 m² na Praia do Calhau.


Agora na véspera de sair o resultado do índice de desenvolvimento humano, a família esbanja qualidade de vida na festa de casamento da neta do Sarney ( Blog do Garrone ). Veja que luxo:



Veja o Convento das Mercês, o Mausoléu da família Sarney,  no bairro do Desterro no centro histórico de São Luís:




Só basta essas riquezas da qualidade de vida da oligarquia Sarney, para os amig@s perceberem a diferença de índice em comparação com a maioria da população que vive na margem da miséria.

Veja agora um pouco da qualidade de vida da população maranhense:









 Chega, basta de miséria!

RETROSPECTIVA 2013: As elites acham que pobre “dá muita despesa”…(27 de Junho)

Quem  quiser conhecer a crueza que a parcela da classe média brasileira que se deslumbra – e se crê ser , sem ser – com a elite deste país, visite a página do Estadão onde se noticia que o “Nordeste recebe metade dos benefícios do Bolsa Família em dezembro“, onde se noticia o óbvio: que a transferência de recursos para pessoas em situação de miséria é maior onde é maior a própria miséria. 

A matéria não diz, mas os comentaristas explicitam: é um absurdo São Paulo receber menos bolsas-família que o estado da Bahia, o único dos estados nordestinos que supera o valor transferido aos paulistas que, é obvio, arrecadam mais tributos.

E aí as manifestações viram explicitudes.

“(…) o Sul e o Sudeste nao tem nada a ver com as miserias do Nordeste. Os problemas do Nordeste precisam ser resolvidos pelos nordestinos, e nao pelos paulistas ou gauchos. O povo nordestino que se vire sozinho. Que cobre atitudes efetivas dos politicos que ele elege. A pobreza deles eh problema deles, e de ninguem mais.”, diz um deles. “Bem que o povo lá de cima podia começar a trabalhar como nós aqui para sentir o drama do que é viver contra o governo tirando tudo que você sua para ganhar.”, argumenta outro.

Talvez diminuissem sua fúria racista se tivessem tido acesso à pesquisa do Ipea de onde vieram os dados sobre a bolsa-família. Ignoram o que ela contém, como fez o repórter do Estadão.

Ali veriam, por exemplo, que o Sudeste tem 44% das instituições públicas – e caras – de ensino superior do país, metade delas em São Paulo,  enquanto o Nordeste fica com 25%. Ou que o número de médicos recebendo pelo Sistema Único de Saúde é de 301 mil, 50% do total, e no Nordeste, que tem uma relação médico público/habitante 30% menor,  são apenas 20% do total de  profissionais médicos brasileiros.

Todos eles custando dinheiro público.

Essa parcela – felizmente minúscula – dos brasileiros, que pensa ser moderna mas ainda tem a cabeça na Idade Média não é apenas escravocrata: é burra e raivosa. E por estar concentrada no estado mais rico da Federação, São Paulo, acha que o papel que lhe cabe é o de capitão do mato cosmopolita.

Odeiam Dilma e Lula no século 21 como odiaram a Getúlio no século 20.


Ficaram para trás., estão politicamente em extinção.

São as “maria-antonieta” dos Jardins, mas poderiam ser as mesmas de Ipanema.

RETROSPECTIVA 2013: Flávio Dino vence no 1º turno e aumenta a rejeição do candidato da Oligarquia, segundo Econométrica.(10 de Junho)


Uma nova pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econométrica, volta a apontar que se a eleição para o governo do Estado fosse hoje o presidente da Embratur, Flávio Dino (PC do B), seria eleito no primeiro turno.
Flávio Dino teria 54% dos votos, Luís Fernando (PMDB) 25% e Hilton Gonçalo (PDT) 7,3%. A pesquisa foi realizada no período de 23 a 30 de maio e ouviu 2.070 eleitores em 38 municípios localizados em todas as regiões do estado.
Na espontânea, aquela em que o entrevistador não apresenta o nome dos prováveis candidatos, Flávio Dino lidera com 29,2% das intenções. Em segundo lugar aparece o nome da governadora Roseana Sarney, que não poderá disputar nova reeleição em 2014, com 4,6%. O secretário Luis Fernando figura em terceiro e é lembrado por 3,4%; o ex-prefeito de São Luís, João Castelo (PSDB) tem 1,9%; o ministro Edison Lobão surge com 1,7%; Hilton Gonçalo alcança 1,1%. Outros nomes obtém pontuação abaixo de 1%, entre os quais Eliziane Gama, José Reinaldo Tavares, Tadeu Palácio, Edivaldo Holanda Júnior etc.

Flávio Dino na dianteira
Cenário – No cenário estimulado pela Econométrica são incluídos os quatros nomes que surgiram no último mês, desse modo ainda aparece na pesquisa o possível candidato do PSTU, Saulo Arcangeli, que é citado por 0,9% dos entrevistados.
Rejeição – No quesito em que o eleitor não votariam de jeito nenhum, o candidato do grupo Sarney alcança 33,5%, ou seja, Luís Fernando lidera o índice de rejeição da pesquisa. Já Flávio Dino pontua com 14,1% de rejeição. Os demais candidatos não são citados neste quesito.
Vale lembrar que a rejeição de Luís Fernando quase dobrou após três meses. Em março o Jornal Pequeno divulgou uma pesquisa que apontava o candidato do grupo Sarney com 20% de rejeição, hoje esse número já chega perto dos 35%, à medida que ele é conhecido como o nome da governadora Roseana Sarney para sucedê-la.
37,6% dos maranhenses querem melhorias na Saúde do estado
A pesquisa informa também que a principal preocupação do eleitorado é saúde. Mais de 37% dos entrevistados disseram que o principal problema a ser resolvido no estado é a saúde. Em segundo lugar aparece a pavimentação de rodovias com 13,2%.  Saneamento básico, segurança e educação vêm em seguida como as principais áreas que precisam passar por sensíveis melhorias segundo a população.
Luís Fernando com grande rejeição
Hilton Gonçalo se viabiliza
Atualmente no PDT, Hilton Gonçalo governou a cidade de Santa Rita por oito anos e após terminar seu mandato, entregou a prefeitura com mais de 80% de aprovação. A cidade registrou melhoria em todos os índices sociais e uma das marcas do gestor é ter acabado com as moradias em casa de palha e ter implantado a primeira escola em tempo integral para quilombolas.
Números da pesquisa:
Se a eleição para governador fosse hoje, em quem você votaria? (ESPOTÂNEA)
Flávio Dino 29,2%

Candidato da Roseana 4,6%

Luís Fernando 3,4%


João Castelo 1,9%


Edison Lobão 1,7%

Hilton Gonçalo 1,1%

Eliziane Gama 0,9%

Zé Reinaldo 0,9%

Tadeu Palácio 0,9%

Sebastião Madeira 0,6%

Edivaldo Holanda Júnior 0,3%

João Alberto 0,2%

Roberto Rocha 0,1%

Dutra 0,1%

Nenhum 1,5%

Não sabe/Não respondeu 52,9%

E entre estes candidatos, em qual você votaria para GOVERNADOR? (ESTIMULADA)

Flávio Dino 54%

Luís Fernando 25%

Hilton Gonçalo 7,3%

Saulo Arcangeli 0,9%

Nulo 3%

Não sabe/Não respondeu 9,7%

E entre estes candidatos quem você não votaria de jeito nenhum?

Luís Fernando 33,5%

Flávio Dino 14,1%

Não rejeita nenhum 26,8%

Rejeita os dois 4%

Não sabe/Não respondeu 21,6%


Fonte: Conteúdo reproduzido do Blog Josué Moura

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

RETROSPECTIVA 2013: Reino animal: Tubarão devora Jacaré (03 de Junho)


No reino animal é costume as espécies, para sobreviverem, sair a caça de outros para aliviar a fome própria e de seus filhotes.

No futebol com incetivo de suas torcidas, os times tem a tradição de apelidarem com nomes de animais ferozes.

Ontem no gigante do Outeiro da Cruz aqui em São Luís, o Sampaio Corrêa apelidado de "Tubarão" derrotou o Brasiliense apelidado de "Jacaré" por 5 a 1 na estreia da Série C do campeonato brasileiro na noite deste domingo 03/06). 


O Tubarão no primeiro tempo foi mordido pelo Jacaré que colocou 1 a 0 numa bela cobrança de falta, mas no segundo tempo com a volta de Flávio Araújo para comando técnico, o tubarão voltou com muita fome, mostrou sagacidade e aplicou uma goleada histórica devorando o Jacaré impiedosamente. Os gols foram marcados por Tiago Cavalcanti dois, Mimica, Pimentinha e Edgar cada um.

O próximo jogo será contra o Treze da Paraíba  dia 08 de junho, no estádio Amigão e a luta agora do tubarão no "reino animal" vai ser contra o "Galo". Com a tendência de ser depenado e comido a molho pardo. Vamos aguardar para conferir.

RETROSPECTIVA 2013: Gastão Vieira elogia Flávio Dino pelo crescimento do turismo. (17 de Maio)


Na abertura do Encontro Nacional de Turismo, ministro faz avaliação positiva dos 10 anos de Ministério do Turismo e elogia atuação da Embratur. “Brasil teve um crescimento robusto, apesar da crise internacional”
Uma solenidade, nesta quarta-feira (15) em Brasília, marcou o aniversário de 10 anos de criação do Ministério do Turismo. Foi a abertura do Encontro Nacional de Turismo, organizado pelo MTur, e que contou com a participação do ministro Gastão Vieira, da ministra da Cultura Marta Suplicy, do senador Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), presidente da Comissão de Turismo e o presidente da Embratur, Flávio Dino.
Os 10 anos de criação do Ministério do Turismo marcam, também, a década em que a Embratur vem trabalhando exclusivamente com a promoção turística internacional. O que serviu para que as autoridades presentes à reunião fizessem um balanço sobre o tema. Flávio Dino, presidente da Embratur, apresentou números que mostram o sucesso da decisão do governo federal em especializar uma autarquia na promoção internacional. “Basta lembrar que, desde 2003, elevamos a entrada de divisas por meio do turismo de US$ 2,479 bilhões a US$ 6,645 bilhões no ano passado, um crescimento de 168%, bem acima da média mundial”, afirmou Dino.
“Flávio resumiu bem os ótimos resultados que estamos obtendo com nossa promoção internacional”, afirmou o ministro do Turismo, Gastão Vieira. “O Brasil teve um crescimento robusto nos últimos anos, apesar da crise internacional”, afirmou.
Lei Geral do Turismo
O presidente da Embratur também destacou a aprovação, nesse período, da Lei Geral do Turismo, que criou um arcabouço legal para o tema. “Sua aprovação pelo Congresso Nacional contou com o trabalho constante da então ministra do Turismo Marta Suplicy”, afirmou Dino.
Hoje chefiando a Cultura, Marta agradeceu a lembrança de Dino e destacou o trabalho que a Embratur vem fazendo na promoção internacional, apoiando a promoção internacional da cultura brasileira. “Nos grandes eventos que o Brasil vai receber em breve, precisamos mostrar para o mundo que somos”, afirmou Marta. “Mostrar nossa cultura, que é um fator tão importante para impulsionar o turismo”.
Fonte: Site Aquarela 2020

RETROSPECTIVA 2013: Grupos de professores tentam desmobilizar categoria, criando “chifre em cabeça de cavalo”. Roseana agradece! (21 de Abril)



Sindicato mobilizado para greve
A direção atual do SINPROESEMMA, eleita no final do ano passado (2012) com quase 90% dos professores votantes. Segundo seus representantes, o Sindicato trabalhará diariamente para uma maior valorização do educador. Como primeira ação neste ano (2013) é conseguir de forma definitiva, a tão esperada aprovação do Estatuto do Educador.
Seguindo essa luta, o SINPROESSEMA promoveu mobilização na decisão de promover greve por tempo indeterminado a partir do dia 26/04, pegando o embalo do movimento nacional em defesa dos trabalhadores na educação que farão greve de 23 a 25/04. Com o objetivo da aprovação imediata do Estatuto pelo famigerado governo de Roseana.
Acontece que um grupo que perdeu as eleições em 2012 ( com 13% dos votos) para atual direção (87% dos votos), não se conforma com a derrota e insiste em querer desmobilizar a categoria que já aprovou a ação do Sindicato que é a greve por tempo indeterminado.
Vale ressaltar que esse grupo só tinha um comando que terminou se diluindo e desapareceu, chamado de MOSEP, apareceu mais um, que já rachou, agora tem dois: ASPEMA e MRP.
A equipe do blog observou a movimentação desses grupos e percebeu que suas ações têm o intuito principal, desmoralizar a atual diretoria do SINPROESEMMA e o Partido que a sua maioria pertence, o PCdoB.
Oposição tentando invadir o Sindicato em 2010
Outra situação irresponsável desse grupo é tentar enganar a categoria, no sentido de mostrar que a direção do Sindicato quer se beneficiar juntamente com desgoverno Roseana. Divulgando em redes sociais e entre eles, que proposta de mudança e aprovação do Estatuto do Educador vai prejudicar sensivelmente a categoria.
Diante dessas afirmações suspeitas desse grupo, o blog vez uma relação entre o que a oposição ao sindicato questiona, com a o que a direção do SINPROESEMMA propõe. Veja abaixo:
Estamos colocando abaixo, o que diz a oposição ao sindicato, sobre os que eles acham “pontos nevrálgicos” no seu site (veja aqui na íntegra) e a opinião do blog em relação a proposta do SINPROESEMMA::

A)    A política salarial: (anexo VII)
B)     O processo de avaliação de desempenho: (capitulo IX, artigos 28, 29 e 30)
C)     A política de progressão na carreira: (capitulo VIII, do artigo 20 ao 27)
D)    A política de enquadramento na nova tabela salarial: (anexo IV)          
E)     A política de afastamentos para os cursos de pós-graduação e dos mandatos eletivos: (capítulo XV, seção II)

Hoje meia dúzia, representa a oposição

Blog descobre enganação do grupo de oposição:
Acontece que se você observar a proposta do novo Estatuto (veja aqui na íntegra), esse grupo desconsidera e tentar enganar os educadores de maneira grosseira e infantil. Observe:
Aumento salarial é sim de acordo com o piso que foi aprovado pelo governo federal, o atualizado. Enquanto a oposição entra numa história de achar que não é, perde a noção da realidade. Pra aumentar do jeito que essa turma quer só com grande mobilização nacional.
Avaliação de Desempenho tem como objetivo estimular o educador a pensar educação de forma coletiva e institucional, a oposição peca e mostra o que quer: fazer o “feijão com arroz” e aumentar a preguiça, receber dinheiro e passear nos shoppings.
Política de Progressão, além do tempo de serviço, terá mais um elemento, a Avaliação de Desempenho do educador. Essa turma da oposição não quer ser avaliada pelo Estado. Independente quem esteja no poder executivo, o Estado tem interesse em que o educador tenha uma função ampliada, não só na sala de aula.
Mais uma irresponsabilidade dessa turma, em nenhuma linha a proposta do Estatuto fala em desconsiderar o Tempo de Serviço dos educadores, sempre o coloca na frente de qualquer discussão sobre o tema de enquadramento na nova tabela salarial. Pura enganação dessa turma.
Direção discute com governo sobre Estatuto
Quanto a liberação de educadores garantindo sua remuneração, a proposta no Estatuto rege a CLT. O que a turma dos contra querem? Fazer pós-graduação, se afastar da escola e ganhar o salário sem trabalhar. Especialização é um investimento pessoal, que qualquer profissional tem que organizar seu tempo.
São esses pontos "perigosos" que essa turma da oposição luta para que não aconteça a greve e se rediscuta o estatuto. Numa despreparação grande em querer um dia dirigir a entidade maior, o SINPROESEMMA.
O blog antecipa as desculpas e adverte alguns professores que estão caindo no “conto do vigário” dessa turma de irresponsáveis que não querem nada com o avanço da educação e sim estão querendo de forma precipitada, tomar o sindicato de qualquer forma e além do mais não querem trabalhar normalmente e querem receber salário sem desempenhar com compromisso o seu papel. Vão se catar!

 Fonte: Site do SINPROESEMMA e MRP

RETROSPECTIVA 2013: Conheça como é a formação de médicos em Cuba (27 de maio)

 

A polêmica gerada pela disposição do governo brasileiro de contratar cerca de 6 mil médicos de Cuba para trabalhar na atenção primária à saúde nas regiões mais carentes do país é estimulada, entre outras razões, pela dúvida sobre a formação profissional deles. Mas o governo cubano rebate as dúvidas com números. Em Cuba, há 25 faculdades de medicina, todas públicas, e uma Escola Latino-Americana de Medicina, na qual estudam estrangeiros de 113 países, inclusive do Brasil.


A duração do curso de medicina em Cuba, a exemplo do Brasil, é seis anos em período integral, depois há mais três a quatro anos para especialização. Pelas regras do Ministério da Educação de Cuba, apenas os alunos que obtêm notas consideradas altas em uma espécie de vestibular e ao longo do ensino secundário são aceitos nas faculdades de medicina.


Médicos cubanos que atuam no Brasil contam que, em Cuba, o estudante tem duas chances para ser aprovado em uma disciplina na faculdade: se ele for reprovado, é automaticamente desligado do curso. Na primeira etapa do curso, há aulas de biomédicas, ciências sociais, morfofisiologia e interdisciplinaridade.


Nas etapas seguintes do curso, os estudantes de medicina em Cuba têm aulas de anatomia patológica, genética médica, microbiologia, parasitologia, semiologia, informática e outras disciplinas. Segundo os médicos cubanos, não há diferença salarial entre os profissionais exceto pela formação – os que têm mestrado e doutorado podem ganhar mais.


De acordo com os profissionais cubanos, todos os estudantes de medicina passam o sexto ano do curso em período de internato, conhecendo as principais áreas de um hospital geral. A formação dos profissionais em Cuba é voltada para a chamada saúde da família: os médicos são clínicos gerais, mas com conhecimento em pediatria, pequenas cirurgias e até ginecologia e obstetrícia.


Porém, a possibilidade de contratar médicos cubanos gera críticas e ressalvas de profissionais brasileiros. Mas o governo brasileiro considera que a necessidade de profissionais e de garantia de saúde para toda a população brasileira deve prevalecer em relação às eventuais restrições aos estrangeiros.


No começo do ano, os prefeitos que assumiram os mandatos apresentaram ao governo federal uma série de demandas na área de saúde. Na relação dos pedidos apresentados pelos prefeitos estavam a dificuldade de atrair médicos para as áreas mais carentes, para as periferias das cidades e para o interior do país.